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Acidente Culposo: colisão com jato em solo.

Um taxista estava sentado no banco dos réus, em um julgamento por homicídios e lesões corporais culposas. Segundo os autos, ele havia colidido seu táxi com um Learjet que fez pouso de emergência, de madrugada, na Avenida Brasil. Os mortos foram os dois passageiros do táxi, um casal jovem. A moça com vinte anos e o rapaz com vinte e cinco anos. As lesões corporais em três passageiros do avião.

O juiz intrigado com o acidente, uma vez que o jato fizera um pouso forçado e o piloto, com sua habilidade, conseguira pousar o avião sem que nenhum tripulante ou passageiro ficasse ferido e o táxi, de forma descontrolada, colidiu no meio da aeronave inexplicavelmente, perguntou a taxista, sentado no banco dos réus:

– Como o senhor conseguiu essa façanha de colidir com o avião na rodovia, de madrugada e sem trânsito, matando os passageiros e ferindo os passageiros da aeronave? O taxista, então narrou o acidente:

– Excelência, eu fazia uma corrida para o casal falecido que se dirigia a um motel. Eles começaram as preliminares no banco de trás do meu táxi. Eu observava pelo espelho retrovisor e vi ele apertando os peitinhos dela. Continuei olhando e vi quando ele tirou a calcinha da menina e começou a masturbá-la. Ela, então, abriu a calça dele e começou a massagear o seu pênis e, em seguida, começou a fazer sexo oral nele. Ele gemia e acariciava os peitinhos dela com uma mão e com a outra esfregava a vagina da moça. Eu prestava atenção no trânsito e na sacanagem que rolava no banco de trás do meu táxi, pois não sou de ferro. Em dado momento, a menina gritou:

– Olha o jato!!!

– Eu imediatamente abaixei, pois pensei que era o jato da porra, ocasião em que bati na aeronave e percebi que era a porra do jato! Ai deu essa merda toda! O juiz olhou para ele, para o promotor e disse:

– Absolvido!

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